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Investidores Imobiliários Asiáticos em Miami

Investidores  Imobiliários Asiáticos em Miami

Depois de anos gastando fortunas em prédios e mansões no Ocidente,os milionários asiáticos estão agora comprando pequenos prédios de escritório,pontos comercias e hotéis nos Estados Unidos e Europa,procurando retornos mais estáveis,e diversificando para longe de casa onde seus mercados encontram-se muito voláteis e arriscados.

Nos primeiros seis meses deste ano,investidores privados asiáticos colocaram U$1,19 bilhões em propriedades comerciais nos Estados Unidos,de acordo com informações da Real Capital Analytics.Esse valor já torna minúsculos os U$ 551,4 milhões em imóveis comerciais que investidores asiáticos gastaram em 2012.

Grandes investimentos ainda são feitos ,como o do construtor chinês Zhang Xin que adquiriu parte do prédio da General Motors em Nova Iorque no mês de Junho.Mas especialistas e consultores do mundo todo afirmam estar havendo uma onda de interesse em propriedades também de investidores asiáticos de menor porte em compras inferiores a U$30 milhões ,que até pouco tempo era dominado apenas pelos compradores locais.

A própria Real Capital afirma ainda que seus números estão, na verdade, bastante menores do que a realidade.A empresa não contabiliza transações inferiores a U$2,5 milhões.Mais ainda,eles não tem como contabilizar investimentos feitos a partir de um parceiro local em fundos de investimentos .Não estão computados também  os aportes oriundos do EB-5,programa de investidores imigrantes,que dá vistos de 5 anos para aqueles que investem a partir de U$ 500 mil em um negócio,na maior parte imobiliário,que gere empregos no país.É muito difícil ter  registrado todo o fluxo de capitais,diz Dan Fasulo ,diretor administrativo da Real Capital Analytics.”Sabemos que estamos subestimando a quantidade de capital que está entrando nos Estados Unidos em alguns bilhões.”

“ A maior mudança é o surgimento de novos investidores particulares”,afirmou Alastair Meadows,presidente do grupo econômico Jones Lang LaSalle,baseado em Cingapura.Há um profundo interesse em transações entre U$30 e U$ 80 milhões.Essa faixa está acima daquela dos investidores privados domésticos,mas abaixo dos investidores corporativos.É uma faixa intermediária muito interessante.

Muitos dos asiáticos ricos,que fizeram fortuna com imóveis em seus países de origem,estão com muito dinheiro disponível e querendo diversificar fora de seus países.Eles são atraídos pelos contratos de aluguéis mais duradouros e estáveis do já maduro mercado ocidental.Eles oferecem um melhor retorno do que os aquecidíssimos mercados de Hong Kong e Cingapura,principais destinos dos investimentos asiáticos.A duração de um contrato de aluguel de um escritório na Ásia é de apenas 3 anos,comparado a 15 ou 20 anos num mercado como Londres ou Nova Iorque.Mais ainda,a lucratividade nos escritórios de primeira linha chegam a 6% do valor do imóvel livres,comparados a 3 ou 4% em Hong Kong ou Cingapura.

“Eles têm seus lucros na Ásia e investem o dinheiro no Ocidente,onde os mercados são mais estáveis”,afirma Marc Giuffrida,diretor executivo diretor de capital estrangeiro na empresa de corretagem CBRE.

Londres é,um um destino muito popular para o dinheiro asiático, e a cidade tem conhecido um novo tipo de investidor,menor,  mais ainda assim,com votade de comprar.Recentemente,negócios com investidores asiáticos incluem,por exemplo ,uma torre comercial num prédio de escritórios em Clerkenwell Road,no centro de Londres por 7 milhões de libras para um investidor particular chinês.”Esse tipo de investimento costumava ser exclusivo dos chineses mais ricos.Mas agora o que se vê são muitas famílias de ganhos medianos aproveitando os preços baixos”,afirma Giuffrida.

Corretores trabalhando com transações menores,em mercados menos conhecidos também observam um grande fluxo de dinheiro asiático.Elliot Medoff,corretor da Cushman Wakefield em Toronto informa que tem havido muita procura de clientes chinesesprocurando por pontos comerciais nas ruas mais movimentadas de Toronto na faixa de um a cinco milhões de dólares canadesnses(U$ 959.000 a 4,8 milhões).

“Os compradores são tipicamente casais que não falam inglês.Eles vem dirigindo BMW novinhas ou Mercedes e visitam o local por 5 minutos.Não fazem muitas perguntas,pagam em dinheiro e a assinatura é em Chinês”ele diz.”São negócios muito fáceis.Em nosso escritório conversamos sobre como achar mais clientes desse perfil.

A maioria dos negócios são feitos em bons prédios de locais e endereços conhecidos.Porém eles se mostram cada vez mais aventurando-se  pra fora dos centros das grandes cidades e investindo também em cidades de menor porte.

Em Toledo ,Ohio, investidores pagaram 5,1milhões de dólares numa área de 372.000 metros quadrados de frente para a água em 2011 com planos de desenvolver a urbanização do local,ainda que o projeto ainda não tenha saído do papel.

Os corretores afirmam que esses investidores da Ásia encontram as vezes barreiras culturais durante as negociações,já que esse processo é diferente por aqui comparado ao que estão acostumados em casa.

Compradores chineses,as vezes tentam renegociar o preço momentos antes da assinatura de um contrato,algo pouco comum por aqui. 

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