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Como Miami se tornou a Nova Iorque do sul

 

Como a Cidade Magica se tornou a Nova Iorque do sul para os investidores e bilionarios de Mahattan.

 

Nova-iorquinos sempre tiveram laços estreitos com Miami – de investir na compra de propriedades no boom imobiliarios dos anos 1920  ate os dias de glória dos anos 1950 e 1960, quando a cidade era o playground de milionários e Joe DiMaggio e Frank Sinatra se divertiam no famoso hotel Fontainebleau.Na década de 1990, um grupo de fotógrafos de Nova York, liderada por Bruce Weber, ajudou a colocar a cidade no circuito de moda.

 

O último capítulo da historia  dessas duas cidades mostra Miami como um ima para uma nova Mahattan, em meio a palmeiras, com menos festas e personalidades, mas com muito mais dinheiro – bilionários e centamillionaires de Nova York, como CEO Lloyd Blankfein Goldman Sachs ou Leon Black, co-fundador da empresa de capital privado  Apollo Global Management (valor liquido estimado em 5,1 bilhões dólares), que não estão apenas garimpando grandes oportunidades na Cidade Mágica, mas também a estao desfrutando.

 

"Uma palavra que desapareceu do nosso vocabulário aqui é "temporada", explica o brilhante arquiteto Bernardo Fort-Brescia da Arquitectonica (cujos edifícios têm transformado o horizonte de Miami, e a percepção do mundo sobre a cidade). "Porque hoje, os Nova-Iorquinos podem vir aqui e encontrar o mesmo tipo de cultura, comida, entretenimento que eles deixaram para trás." Cada vez que um bilionário de Nova York embarca em seu jato particular para um voo de duas e meia-hora ate Miami (menos tempo do que seria necessário para chegar aos Hamptons no tráfego de verão),ele está vindo para um lugar onde ele pode encontrar varias semelhancas com Manhattan, até mesmo encontrar muitos de seus restaurantes favoritos de Nova Iorque.

 

Richard LeFrak entende a ansia por parte de seus colegas bilionários de dar outra “olhada” em Miami. "Miami tem crescido", diz LeFrak, empresario baseado em Nova Iorque que, ultimamente, está gastando mais de seu tempo e se envolvendo mais em empreendimentos em Miami. Mas esse “encaixe” de mercado Miami-Nova Iorque, não foi sempre natural. Quando LeFrak começou a trabalhar na recapitalização de um banco em dificuldades em 2009, acabou se tornando um investidor em outra instituição financeira e dono de um monte de condomínios nao vendidos em Miami. "O mundo estava gritando que isso se tratava de um fornecimento de mercado para 20 anos; um mercado saturado.” Graças a um influxo de compradores latino-americanos, acabou nao sendo dessa forma; a explosao de mercado imobiliario em Miami nasceu, juntamente com a crescente fascinação do LeFrak na "Nova Iorque do Sul."

 

Ele continua a ser um Nova Iorquino de carteirina e passa cerca de seis semanas por ano na sua segunda casa. Isso é mais que o dobro do tempo que LeFrak costumava passar em Miami; ele agora é dono de quatro condomínios lá, tem um escritório na cidade, e tem sido visto socialmente em todos os lugares, comemorando 1 Hotel & Homes (uma co-produção com Barry Sternlicht, presidente da Starwood Capital Group), e jantando no Baoli. Por que o novo compromisso com Miami? "Muitos dos meus amigos estão pensando sobre a cidade; eles dizem que é diferente do que era ou do que eles pensavam. Cada vez mais, eles estão dispostos a criar raizes la. "

 

Na verdade, ambas Miami e Nova York mudaram, dizem os bilionários que viajam e tem negocios nas duas cidades.O fato de que essas transformações ocorreram quase simultaneamente explica por que Miami está começando a exercer uma atração magnética sobre um determinado tipo de Nova Iorquino: ultra-ricos, financiadores ultra-móveis, titã de negócios e mentes criativas que insistem em viver em uma cidade global, mas estão considerando os benefícios fiscais de que tem uma residência adicional na Flórida. Nova Iorque tornou-se um lugar mais desafiador para viver: Os impostos são cada vez mais onerosos, e os moradores ricos estão particularmente preocupados que o novo prefeito da cidade - que assumiu o cargo declarando: "É hora de pedir aos ricos que facam um pouco mais," - proponha políticas que direcionem a carga fiscal na direcao deles. E sim, existem as fortes nevascas – a Mãe Natureza não aliviou Gotham city (Nova Iorque) nos últimos três anos.

 

Ja em Miami tudo e mais brilhante. O tempo apesar de quente e úmido de julho a setembro, é uma delícia no outono, inverno e primavera. Você é um fã de esportes e preocupado que vai perder os jogos dos Yankees, do Mets, do Nets e dos Rangers? Bem, há o que nao gostar no Miami Heat? Nos Dolphins? Nos Marlins? Se você é um amante da cultura, o Adrienne Arsht Center (inaugurado em 2006) é o lugar certo para ouvir a emocionante (e mundialmente aclamada) New World Symphony. O Art Basel Miami é uma das exposicoes de arte, que nenhum colecionador se atreveria a faltar, trazendo o que ha de mais recente na arte contemporânea de todo o mundo para a cidade no mes de Dezembro.

 



 

Jorge Pérez, um ávido colecionador e um dos maiores empresarios e mais ricos cidadaos de Miami, doou $ 40 milhões (em dinheiro e inaugurado ha menos de 18 meses. O Museu de Arte, agora chamado Museu de Arte Pérez, será uma das âncoras do novo distrito em Miami downtown chamado Parque do Museu."Se eu sou um cara que gosta de arte, bem, haverá coisas que simplesmente não virao para Nova Iorque mas que virao para ca, especialmente obras de grandes artistas da América Latina", diz Pérez. "E sabemos que os Nova-Iorquinos apreciam arte, e reconhecemos que colocar pecas de arte de qualidade em nossos empreendimentos, os valorizara", incluindo obras de Frank Stella que ele arrematou durante o Art Basel em Dezembro passado.

 

Quem está investindo em Miami e por quais razões? A lista é diversa. Eddie Lampert, gerente de fundos de cobertura, por estar sempre presente nos círculos financeiros de Nova Iorque, e muito menos visto socialmente;ele transferiu a ESL Investments de Connecticut  para Miami e agora é visto frequentemente nos circulos sociais. Andrew Hall, o ex-comerciante de commodities que foi manchete nos jornais por ter “recebido” $100 milhões por suas transacoes altamente lucrativas, no mesmo ano que seu empregador (Citigroup) quase entrou em colapso, agora dirige seu fundos de cobertura, Astenbeck Capital Management, em Miami. Ja se podia esperar que Goldman's Blankfein, que foi um dos primeiros compradores do 15 Central Park West, fosse adquirir, por um excelente preco, uma casa Miami para si mesmo no Faena Miami Beach por $1 bilhão, um empreendimento de luxo projetado por Norman Foster.

 

Lá, ele e outros Nova-Iorquinos, incluindo de Apollo's Leon Black irao desfrutar das comodidades dos servicos de spa, manobrista e concierge, alem de duas piscinas com serviço de cabana, em um empreendimento altamente luxuoso na praia - que possui apenas 47 unidades.

 

 

 

Depois, há os tipos criativos. Assim como Blankfein e Black, os compradores dos condomínios Faena incluem Larry Gagosian, galerista para colecionadores de arte bilionários. (Talvez Black possa obter alguns conselhos sobre onde pendurar a versão pastel de Edvard Munch “O Grito”, para o qual ele pagou US $ 120 milhões.) O octogenário arquiteto  Richard Meier ganhador do premio Pritzker nunca tinha comprado um apartamento em um prédio que ele tivesse projetado até ele decidiu comprar uma unidade no Surf Club Four Seasons, onde cerca de dois terços dos compradores sao ditos ser Nova-Iorquinos.(O desenvolvedor do projeto é o Fort Capital.) Tommy Hilfiger e sua esposa, Dee Ocleppo, evitaram a mania de condomínios e optaram, ao inves, por uma casa de sete quartos e três andares em Golden Beach; tendo todo aquele espaço, Ocleppo disse: “Pudemos tirar do deposito  as obras de arte que nao couberam na nossa cobertura em Mahattan ou nem sequer chegaram a subir para o apartamento.

 

A lista Manhattan-em-Miami é longa, diz Jeffrey Fields, um corretor local da corretora internacional One Sotheby que se mudou de Nova York para Miami e agora dedica parte de seu tempo aos clientes de Nova Iorque. Alguns dos nova-iorquinos com quem trabalha são pessoas importantes/personalidades (que fazem ele assinar acordos de confidencialidade);outros ainda estão aumentando sua cotacao com bancos de investimento e fundos de cobertura e estão à procura de um apartamento pequeno em Miami, que eles possam trocar por um melhor no futuro. "Miami tornou-se mais atraente por meritos proprios", diz Campos. "Os Nova-Iorquinos querem sair com seus amigos, e cada vez mais, aqueles amigos estão agora em Miami. Então, no auge do inverno, eles virao aqui para passar um fim de semana, reclamando do clima de Nova Iorque e acabarao falando sobre o setor imobiliário. Antes que você perceba, uma semana depois, eles estarao comprado, bem felizes, um apartamento por $10 milhões na praia.”

 

Fale com Fields, ou qualquer empresario construindo condomínios e progressivamente os direcionando para os compradores de Nova York, e você vai entender o porquê alguém pode estar sorrindo depois de pagar $ 10 milhões (dando 50 por cento de entradaem um ainda inacabado projeto de condominio, com certa frequencia.Tudo se resume ao valor relativo: Em um momento em que a compra de um apartamento em um edifício top em New York vai custar $5,000 por pé quadrado e um apartamento de super luxo vai custar $13,000 por pé quadrado ou mais, esses números estão, na sua maior parte, muito longe de alcance em Miami. Sim, os preços de Miami Beach ou nos edifícios ultra-luxo (como o Faena, ou o empreendimento Four Seasons) são mais caros; o comprador ainda desconhecido da cobertura duplex no Faena pagou um recorde de mais de 50 milhões dólares pelo seu novo imovel. Por esse valor ele tera duas cozinhas, uma sala multimidia, um terraço que e maior do que o proprio espaco interno do imovel, e uma piscina de 70 pés de comprimento no terraço do último piso. Mas, mesmo no mercado de alto luxo, diz o empreeendedor Edgardo Defortuna, um argentino, vivendo em Miami, que e empreendedor imobiliario e fundador da Fortune International Group, “Propriedades de luxo em South Beach custam de $2,500 a $3,000, metade do que seria em Nova York. Eu visitei um projeto na rua 22 em Chelsea, onde eles estavam pedindo $3,000 por pé quadrado, e isso é o Chelsea. Não há praia lá. "

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poderoso corretor de imóveis Eloy Carmenate, também da corretora imobiliaria internacional One Sotheby, ajudou a aumentar significativamente aqueles preços, em grande parte com a venda de condomínios para avidos Nova-Iorquinos, que compõem quase ¾ da sua clientela. A media de valor de condominio que ele vende e entre $5 e $8 milhões, mas ele também detém o recorde do maior preço por metro quadrado  -      $ 4.760 dólares em uma única transação em Miami. Carmenate diz que, como o fenômeno de Nova Iorque explodiu nos últimos três anos, o mercado se ampliou geograficamente, ao mesmo tempo que se aprofundou. "Os compradores começaram a escapar e, em seguida, passaram a possuir casas menores como 'teste' enquanto eles experimentavam o que Miami tinha a oferecer para entao abocanhar imoveis mais valiosos", explica ele. "No inicio, foi centrado em torno de South Beach; agora as pessoas estão dispostas a olhar mais longe, ser aventureiras. Eles percebem que Miami é uma cidade urbana, com uma praia que sempre sera acessível. "Isso pode significar que o proximo grupo de Nova Iorquinos que chegue aqui se aventure para o norte, para Bal Harbor ou Surfside ou troquem a praia pelos bairros do centro, como Brickell que progressivamente e a hive of activity.cada vez mais se torna uma regiao muito procurada.Um dos empreendimentos de luxo mais modestos – em tamanho e preço - é o Louver House, com preços a partir de $1.9 milhoes de dólares ou apenas $1,100 por pé quadrado."Eu chamo isso de Tribeca tropical", diz Carmenate sobre o projeto, feito para atrair os habitantes urbanos de Manhattan, embora com a habitual variedade de comodidades de Miami, incluindo piscina e cabanas no bairro South of Fifth (Sul da Rua 5) em Miami Beach. O preço médio da Tribeca imobiliária, é claro, começa com  quase o dobro daquilo.

 

Progressivamente, empreendedores estão prestando atenção ao que os Nova-Iorquinos querem ao fazer os projetos de edifícios. Sim, as características ostentosas ainda estão lá - como no Porsche Design Tower, cujos moradores terão piscinas e cozinhas de verão em seus terraços e elevadores de automóveis que lhes permitem estacionar em garagens que estao no mesmo andar de seu apartamentos. Tambem estao os serivos de primeira classe tipicamente Nova-Iorquinos de luva branca e comodidades - acesso a um spa privado ou um bar. "Temos um bar aperitivo no lobby, um kid’s playroom, um armari” para guardar casacos-de pele, um cinema, e duas piscinas com cabanas", diz Heinrich von Hanau, CEO da Fisher Island Holdings, agora completando Palazzo del Sol em Fisher Island. O primeiro empreendimento novo da ilha desde 2007, esta alcancando preços elevados: um desconhecido comprador russo acabou de pagar o triplo do preço recorde anterior, ou $3,602 por pé quadrado, por uma cobertura, uma compra de $35 milhões. Quando se trata de layout, os Nova-Iorquinos estão progressivamente fazendo de seus apartamentos de Miami, sua segunda casa e literalmente, seu segundo armario (ja deixando aqui roupas para nao ter que carregar malas) e grandes salas de jantar para entretenimento – os arquitetos são subservientes. "Não há nenhum ponto em reproduzir o espaco deles em Nova Iorque; eles estão aqui para escapar do modo de vida de la e encontrar grandes espaços abertos ", diz Fort-Brescia.

 

Em Miami, vista para o mar e um presente, mesmo que você a esteja vendo de uma certa distancia de seu condominio na Brickell. ("Compradores mais jovens, que curtem coisas modernas, estao satisfeitos com essa vista do mar – e quem vive em nosso empreendimento SLS Brickell tambem pode desfrutar das amenidades do SLS em South Beach", observa Pérez.) Em Nova Iorque? Bem, se você quiser oceano, você precisa se aventurar para os Hamptons, onde o valor de uma propriedade de frente para o mar começara em $ 30 milhões. Enquanto a maioria de seu círculo social dos Hamptons está indo e vindo de Miami, exceto entre Memorial day e o dia do Trabalho, para que ter todo esse trabalho?

 

Nitin Motwani vem pregando as vantagens de Miami há anos. O ex comerciante da Goldman Sachs, que cresceu em Fort Lauderdale, começou a investir no mercado imobiliario do sul da Flórida em 2006, comprando terrenos na periferia do centro de Miami. As propriedades evoluiuram para um grande projeto, multi-uso, incluindo um novo condomínio de luxo, o Paramount Miami Worldcenter. Mot wani passa a maior parte do seu tempo agora trabalhando no projecto Worldcenter, mas sempre que pode, ele tenta cortejar gerentes de fundos de cobertura, em nome da Autoridade de Desenvolvimento de Miami Downtown (DDA). O DDA está em uma missão para convencer mais investidores de fundo de cobertura de Nova York e Connecticut a seguir os passos de Eddie Lampert. O único notável seguidor até agora veio de Los Angeles, mas Motwani acredita que tantos gestores de fundos de cobertura estão passando seu tempo na cidade - alguns até mesmo trabalhando de casa e tornando Miami sua residência de fato por razões fiscais – e que isso e só uma questão de tempo. "Isso pode começar pequeno, com escritórios satélites, e crescer muito", diz ele.

 

Uma atração potente para residir na Florida (de pelo menos seis meses e um dia), é claro, são os impostos. A Florida não tem renda pessoal ou imposto estadual de propriedade. "A Florida nao e apenas um ótimo lugar para viver, mas também um ótimo lugar para morrer", brinca o prefeito de Miami Beach, Philip Levine. Não há nenhum ganho de capital estadual tambem. O governador republicano da Flórida, Rick Scott, ex-capitalista de risco, veementemente se opõe à idéia de tributar os rendimentos de risco, capital privado ou gestores de fundos de cobertura; propostas para tributar os seus lucros como rendimento normal e não como ganhos de capital (e, portanto, recolher bilhões a mais em receita) seguem ressurgindo como uma questão política, em Nova York. Uma parte do código fiscal que exigirá que gestores de fundos de cobertura repatriem todas as taxas e ganhos realizados para contas fora do pais até 2017 adiciona uma interrogacao. Quem quer pagar impostos estaduais sobre todos esses fundos, uma vez que eles estejam de volta ao país?

 

E entao, há o clima. "Um dos meus amigos, que e de Darien, veio por 4 dias na semana passada e ele ainda está aqui, uma semana depois", diz Edgardo Defortuna, o empreendedor imobiliário e fundador do grupo Fortune International, com sede em Miami. Mas mesmo com tudo o que tornou Nova York e Miami cidades-irmãs, nos últimos anos, elas ainda são muito diferentes, e sao essas diferenças que manterão o ultra-ricos indo e vindo. "Você não pode desistir de Nova York - quem estamos enganando?", Diz Eloy Carmenate da imobiliaria internacional One Sotheby. "Cada cidade oferece algo que a outra não tem. E agora você não tem que escolher; você pode ter tudo. "

 

 

 

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